Colheita nos vinhedos da Rippon, em Central Otago
Os vinhos brancos aromáticos neozelandeses foram tema de um artigo e de uma degustação da revista Decanter de 20 de julho. “Embora a Sauvignon Blanc tenha dominado as manchetes por décadas, muitas outras variedades de uvas brancas estão começando a ganhar destaque na indústria do vinho da Nova Zelândia”, destacou Emma Jenkins MW.
Segundo o artigo, apesar de representarem uma pequena parcela da produção, os brancos aromáticos do país oferecem qualidade excepcional: “A maioria dos vinhos é elaborada com pelo menos alguns graus de açúcar residual, equilibrados por uma acidez natural vibrante que confere aos melhores exemplares um final de boca agradavelmente limpo”, completou Emma Jenkins.
Dentre os vinhos citados, o Rippon Riesling teve a melhor pontuação (96 pontos). O Chenin Blanc da Ata Rangi obteve 95 pontos, enquanto o Pegasus Bay Fortissimo Muscat ficou com 92 pontos (nenhum dos dois está disponível no Brasil).

• Rippon Mature Vine Riesling 2024 – “Um vinho interessante e ponderado, que muda bastante na taça nessa fase jovem – a decantação é recomendada…. Excelente concentração e persistência, vai envelhecer graciosamente.” – 96 pontos – As safras disponíveis são 2021 e 2022.

A Rippon produz ainda um Gewürztraminer de boa tipicidade, com aromas levemente florais. No paladar, é saboroso e versátil, acompanhando muito bem os pratos da cozinha asiática. As safras disponíveis são 2018 e 2023.





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