Para produzir seus vinhos tradicionais e longevos, o produtor Mário Sérgio Alves Nuno adota a viticultura minimalista, com poucas intervenções, trabalhando com uvas autóctones que expressam com brilhantismo o melhor da região. Os brancos são minerais e frescos, os tintos, feitos em lagares, são generosos, e os espumantes combinam estrutura e mineralidade.
Usando métodos tradicionais de produção, Mário Sérgio não tem pressa em colocar seus vinhos no mercado, deixando alguns deles por vários anos na adega. Confira os vinhos que acabamos de receber e abasteça sua adega!

• Quinta das Bágeiras Cercial 2021 (NOVIDADE) – terceira safra produzida com esta variedade, que é a menos plantada na Bairrada por ser difícil de cultivar (as demais foram 2016 e 2020). Com notas cítricas, que anunciam o seu grande frescor, é um vinho de muita pureza e expressão. Untuoso e extremamente elegante, tem um final longo e agradável. Segundo Robert Parker, “um dos brancos mais impressionantes da Bágeiras”. Produzido em quantidade limitada e colocado no mercado mais tarde do que os demais brancos. 19,5 pontos da revista Grandes Escolhas de Portugal / 96 pontos de Robert Parker

• Quinta das Bágeiras Colheita Branco 2023 – com notas cítricas e minerais, é um vinho muito agradável e gastronômico, com boa estrutura e frescor. Acompanha aperitivos, peixes e frutos do mar.

• Quinta das Bágeiras Pai Abel Branco 2022 – o nome deste vinho é uma homenagem ao pai de Mário Sergio Alves Nuno. Com aroma frutado, é encorpado, estruturado e suculento, com excelente equilíbrio. Um vinho muito gastronômico e versátil. 93 pontos Robert Parker

• Quinta das Bágeiras Rosé Reserva 2022 (NOVIDADE) – produzido com Touriga Nacional e Baga, é frutado, com frescor agradável e ótimo equilíbrio. Bastante gastronômico, acompanha aperitivos e frutos do mar.

• Quinta das Bágeiras Avô Fausto Tinto 2022 – produzido com Baga, este vinho presta homenagem ao avô do produtor Mário Sérgio Alves Nuno. Com aromas de especiarias e frutas vermelhas, é elegante, com taninos equilibrados, ótimo frescor e muito caráter. “Ao contrário de meu pai Abel, o avô Fausto gostava de vinhos mais elegantes e frescos, mais macios nos seus taninos. Foi a partir destas memórias que criamos o vinho que tem o seu nome, um vinho com a simplicidade e a leveza do próprio Fausto”.





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